O “pão” de Belém

Foi inaugurado o laboratório de confeitaria em Belém. Uma mistura de tradições e sabores contidos no panetone de Belém.

Em um ângulo de Belém, na praça da Natividade, aromas de excelência italiana se misturam com os sabores típicos desta terra santa: fermento, amêndoas, tâmaras, mel e passas. Sabores de duas tradições que se encontram graças a um projeto de colaboração entre o Município de Belém, Cooperação Italiana e Fundação “João Paulo II”.

Um projeto que viu a criação de um laboratório de confeitaria, inaugurado domingo, 13 de dezembro, e que viu jovens palestinos se aproximarem de um novo trabalho e que levou um mestre de confeitaria a ensiná-los a tradição dos Grandes fermentos, com uma característica a mais: o de ser produzido em Belém.

CESARE LAZZINI
Mestre confeitaria – Massa Carrara
Eu nunca pensei em vir até aqui (..), a fim de criar excelências italianas, como os que eu fazia no meu laboratório partindo de uma excelência italiana, que é o fermento mãe, que chegasse a criar grande levedados aqui e para fazer conhecer e poder distribuí-los e ajudá-los a aprender este novo trabalho e ter um recurso econômico, e, em seguida, para fazer conhecer aos peregrinos que vêm à Palestina.

Um desafio totalmente superado o de misturar os segredos da confeitaria italiana aos ingredientes típicos desta região. Uma explosão de sabores a serem provados.

CESARE LAZZINI
Mestre confeitaria – Massa Carrara
“Foram dias intensos, porque trabalhamos dia e noite (..) e desenvolvemos este novo sabor, que é o com tâmaras e mel, um pouco ligado à particularidade do território. Para mim, foi uma aventura, e foi bom demais, trabalhar com eles, o seu empenho foi muito bom, são jovens extraordinários”.

HANNA MORQOS
Aprendiz confeiteiro
“É muito bom, não há nenhum lugar assim na Terra Santa. Estou muito feliz por ter aprendido algo como isso, que não existe aqui… é especial!”

Pe. IBRAHIM FALTAS, ofm
Econômo Custódia Terra Santa
Olhem que é uma confeitaria verdadeiramente italiana. Fizemos croissants, cantucci, uma coisa muito boa., Eu acho que todo mundo está feliz com este projeto, fizemos trabalhar muitos jovens (…) e, depois, o pão de Belém, o panetone de Belém, é fresco, é bom, também com tâmaras, que não se encontra em nenhum lugar.

Uma mistura de tradições que deu à luz, precisamente na cidade do Salvador, às vésperas do Natal, um doce único no seu gênero, de forma particular, “pão de Belém”.

DAVIDE LA CECILIA
Cônsul Geral da Itália em Jerusalém
Estamos particularmente satisfeitos porque foi, antes de tudo, um trabalho duro. Esta é a segunda parte de um projeto para a formação de pessoal palestino, antes para a sorveteria, e agora esta confeitaria que faz este bonito doce que tenho na minha mão, que é o panetone de Belém e que se chama Al Zaki, que em árabe significa “delicioso”.

Pe. IBRAHIM FALTAS, ofm
Ecônomo Custódia Terra Santa
Agradecemos a todos aqueles que ajudaram a realizar isso. Eu acho que é um sonho para muitos jovens, para muitas pessoas, que foi realizado aqui em Belém.

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