O Domingo de Ramos em Jerusalém

Milhares de cristãos locais e peregrinos participaram do Domingo de Ramos na Basílica do Santo Sepulcro e da procissão de Betfage até a cidade santa.

“Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!” Com esta aclamação teve início a Semana Santa em Jerusalém e em todo o mundo.

E nos santuários da paixão em Jerusalém faremos memória da última semana de Jesus sobre esta terra, do domingo de ramos ao domingo de Páscoa.

A primeira celebração na basílica da ressurreição foi presidida pelo administrador apostólico do Patriarcado Latino de Jerusalém Mons. Pierbattista Pizzaballa.

A celebração teve início com a benção dos Ramos e a procissão que da três voltas em torno da Edícula do Santo Sepulcro. Momento muito bonito e cheio de significado e emoção.

A Missa Solene foi concelebrada com os sacerdotes do clero local e também com os religiosos das várias comunidades na Terra Santa.

O Canto da Paixão de Cristo foi proclamado segundo o Evangelho de São Marcos.

S.E. Mons. PIERBATTISTA PIZZABALLA, ofm
Administrador Apostolico Patriarcado Latino de Jerusalém

No Domingo de Ramos, lemos dois evangelhos; um triunfante, a entrada de Jesus em Jerusalém e depois a Paixão. Devemos manter esses dois aspectos unidos: quando acolhemos Jesus como rei, como messias, devemos recebê-lo, como Ele realmente è, o messias que nos levará até a cruz, a cruz que é a salvação do mundo e por amor a todos. Receber Jesus desta maneira hoje no Domingo de Ramos significa identificar-se com sua missão de proclamar o amor universal de Deus.

S.E. Mons. PIERBATTISTA PIZZABALLA, ofm
Administrador Apostólico Patriarcado Latino de Jerusalém

A Semana Santa em Jerusalém é sempre a mesma, mas é sempre nova e especial, com peregrinos vindos de todo o mundo. O significado é reviver nos lugares onde aconteceram os fatos, os eventos que são a origem de nossa salvação; A morte e ressurreição de Cristo, para nos identificarmos também fisicamente, uma espécie de oitavo sacramento, no que tem sido a experiência de Jesus e também deve ser a nossa

O dia continuou com a tradicional procissão de Ramos, um dos eventos com maior numero de participações do ano litúrgico na Terra Santa.
Milhares de pessoas, incluindo cristãos locais, peregrinos saíram de BetFage, no lado oposto do Monte das Oliveiras, até Jerusalém.

Dois mil anos atrás, Jesus percorreu o mesmo caminho, acolhido pelo entusiasmo da multidão. Ao grito de Osana, literalmente “Salva”, muitos cobriam a estrada com mantos e palmas, para assegurar que o burrinho que o carregava não tocasse o chão

Nasceu deste texto a tradição dos ramos. A oliveira, usada em muitas outras partes do mundo, é uma tradição recente mas o uso das palmas data do nono século depois de Cristo.

Uma manifestação festiva invadiu, cantando e dançando pelas ruas ao longo do Monte das Oliveiras, passando em frente ao Getsêmani, até o Vale do Cedron, o único lugar em Jerusalém onde existem as palmeiras, até o Portão dos Leões.

No final da procissão as autoridades religiosas, lideradas por Mons. Pierbattista Pizzaballa. O Administrador Apostólico do Patriarcado Latino deu a bênção final na Igreja de Sant’Anna.
“Ser cristão significa viver com alegria”, exclamou ele. Hoje celebramos nosso amor por Jesus, mas também por Jerusalém. Que possamos ser mais e mais uma comunidade unida que possa expressar seu amor por Jesus e testemunhar o seu amor ao mundo.

Produzido por CMC

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