São Longuinho

Os Santos são provocativos e fascinantes. Na verdade “ser santo ou santa”, deve ser a meta de cada 
batizado. Nossas fraquezas, pecados não deveriam servir de desculpa para não buscar a santidade.
Há grandes santos que pecaram até não poder mais, que tinham manias e defeitos, mas que alcançaram a perfeição do amor vivido em gestos concretos.
Há santos pra todos os tipos e gostos. Quanto mais se conhece suas vidas, mais nos encantam e seu exemplo nos ajuda a não perder o foco da vida.
Quem visita a Basílica de São Pedro, em Roma, encontra, entre outros uma imponente estátua de SÃO
LONGUINHO, próxima do altar principal. Nunca dei muita importância a este santo dos primórdios do Cristianismo. Mas depois de iniciar meu trabalho de Guia na Terra Santa, percebi que deveria levar-lo mais a sério, pois ele tem o privilégio de ter uma capela com seu nome no complexo da Basílica do Santo
Sepulcro. A religiosidade popular diz que é ele o santo que ajuda a encontrar objetos perdidos. E que obtida a graça é preciso dar “três pulinhos”. Vai saber porque! Pessoalmente, nestes casos, invoco Santo Antônio e ele nunca me decepcionou…
Na verdade, o santo em evidência chamava-se LONGINUS, que significa “uma lança”. Conta o evangelho
que um soldado romano fincou uma lança no coração de Jesus para verificar se já havia morrido. Jorrou sangue e água. Alguma gota de sangue teria atingido seus olhos. Ele sofreria de um problema de visão, talvez ‘cegueira espiritual’… Convertido, morreu mártir.
Bom, se ele ajuda encontrar objetos perdidos, certamente ajudará a encontrar ou reencontrar valores como o amor, a alegria, a paz, saúde, o bom humor…

Frei Jorge Hartmann

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