A pastoral da Peregrinação: acolhida, memória, evangelização


Eles vêm dos 5 continentes: África, Ásia, América, Europa e Oceania. São os comissários da Terra Santa que, na segunda-feira, 26 de novembro, se reuniram em Jerusalém para o IV Congresso Internacional sobre o tema: “o cuidado pastoral da peregrinação: acolhida, memória, evangelização”.

“É um prazer recebê-los aqui em Jerusalém, poder encontrá-los e poder expressar pessoalmente a gratidão da Custódia pelo serviço que estão desenvolvendo” … são as palavras de Frei Francesco Patton, Custódio da Terra Santa.

Fr. FRANCESCO PATTON, ofm
Custódio da Terra Santa

Antes de tudo, é um prazer, porque os comissários são aqueles que trabalham em todo o mundo para tornar possível a nossa vida aqui na Terra Santa e fazem isso, tornando conhecida as realidades desta terra, a vida dos cristãos e também aquilo que nós aqui fazemos. Então, poder recebê-los, eles que são tão importantes para nossas vidas, eu digo que é uma alegria e um sinal desse vínculo muito forte que há entre a custódia da Terra Santa e os Comissários, embaixadores da custódia espalhados pelo mundo.

O primeiro encontro do vasto programa foi a missa de abertura na Basílica do Santo Sepulcro. A celebração foi presidida pelo Cardeal Leonardo Sandri, prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, e concelebraram a solene liturgia, Dom José Ruiz Arenas, Secretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, Fr. Francesco Patton, Custódio da Terra Santa, Dom Leopoldo Girelli, Delegado Apostólico em Jerusalém, juntamente com todos os Comissários.

Na primeira conferência, o Cardeal Leonardo Sandri enfatizou em seu discurso: “Como membros da Custódia da Terra Santa e da Congregação para as Igrejas Orientais, queremos renovar a nossa gratidão, porque fomos chamados a encontrar o Senhor e a servi-lo.

S.Em. CARD. LEONARDO SANDRI
Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais

Aqui na Terra Santa está a realização da nossa identidade e, portanto, é importante para cada um de nós, retornar a Jerusalém e renovar essa identidade cristã. Com mais razão, certamente, da parte dos comissários que estão no mundo inteiro e que em todo o mundo recordam a presença de Jesus, os lugares santos, a passagem de Jesus na terra, para que possam, assim, convidar a todos a virem à Terra Santa e, aqui, renovar o nosso batismo, nossa identidade. ” Não sou que vivo, mas Cristo que vive em mim “.

O Cardeal Sandri recordou a visita do Papa Paulo VI.

S.Em. CARD. LEONARDO SANDRI
Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais

Ele foi eleito papa em 1963 e qual foi a primeira viagem, o primeiro movimento que ele desejou fazer como Papa, como sucessor de Pedro, como o princípio visível de toda a Igreja Católica? Vir à Terra Santa, vir renovar- se como cristão e servo de Jesus.

O primeiro dia do congresso contou com a participação de Fr. Francesco Patton, de Fr. Marcelo Ariel Cichinelli, responsável pelo Escritório de Coordenação dos Comissários, de Fr. Ramzi Sidawi, Ecônomo Custodial e de Fr. Dobromir Jasztal, Vigário Custodial

O encerramento das atividades do dia foi no Cenáculo com a recitação das Vésperas presididas pelo Fr. Francesco Patton

“Este lugar, sabemos, é extraordinariamente caro à nossa Ordem e especialmente a nós, frades da Custódia da Terra Santa, porque é o lugar onde se encontrava o nosso primeiro convento e nossa sede até o final de 1333.
Nós sabemos – sublinhou o Custódio da Terra Santa – o quanto o Espírito Santo é central para a nossa espiritualidade franciscana: a Regra estampada no Capítulo X nos lembra que o que somos chamados a desejar acima de tudo é precisamente ter o Espírito do Senhor e sua santa inspiração”.

Produzido por CMC

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