O lugar da memória de Estêvão, primeiro mártir cristão

Um vento forte sopra no Vale do Cedron, aos pés da colina onde se encontrava o Templo de Jerusalém no tempo de Jesus. Uma simples cruz na rocha lembra o lugar onde, segundo a tradição, Estêvão, o primeiro mártir cristão, foi apedrejado.

Fr. ALESSANDRO CONIGLIO, ofm
Custódia da Terra Santa
“Os judeus tentam matar Estêvão não dentro dos pátios do Templo – o que, de alguma forma, teria tornado o lugar sagrado impuro – e levá-lo para fora do recinto do antigo Templo. E assim a tradição coloca precisamente nestas rochas – que estão no declínio imediato da colina do Templo – o lugar do martírio do primeiro mártir”.

Uma memória preservada hoje pelo Patriarcado Greco-ortodoxo, que construiu este complexo nos anos 60. A memória litúrgica do primeiro mártir não coincide com a dos latinos e, por isso, no dia 26 de dezembro, abrem-se as portas para acolher os frades franciscanos e os peregrinos. São rezadas as vésperas, se recordam os muitos mártires de hoje.

Fr. ALESSANDRO CONIGLIO, ofm
Custódia da Terra Santa
“A grande atenção que a Igreja de Jerusalém começou a prestar a Estêvão está ligada a uma tradição bastante tardia, da época bizantina, quando um presbítero sonhou com o lugar onde se encontravam as relíquias de Estêvão: hoje este lugar é venerado não muito longe de Jerusalém, em Beit Jimal. Naquele lugar foram encontrados ossos que depois foram trazidos em procissão para Jerusalém, e para a ocasião a imperatriz Eudocia mandou construir uma grande igreja em honra do protomártir”.

Produzido por CMC

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